Não faça besteira, leia o Bandeira!

 
Não faça besteira, leia o Bandeira!
 

 
Cotidiano, cinema, música, anotações virtuais. Talvez não nessa ordem. Ou, quem sabe, nada disso.

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Elio Bandeira/Male/31-35. Lives in Brazil/Rio Grande do Sul/Porto Alegre/Mont'serrat, speaks Portuguese and English.
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Brazil, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Mont'serrat, Portuguese, English, Elio Bandeira, Male, 31-35.

 
 
maio 28, 2003
 
Em São Paulo já estão sendo vendidas, nos camelôs, por preços entre R$ 10 e R$ 15, cópias piratas de Matrix Reloaded. Os caras não perdem tempo, mesmo. Dá uma olhada na notícia aqui.
 
Impressionante como a gente fica acostumado a andar de carro. Quando ele estraga ou vai para a revisão, é um “Deus nos acuda”. Há dois dias estou passando por isso. “Qual o ônibus que passa perto de casa e vai naquela rua?” ou “Será que passa lotação daqui pro Centro?”. E táxi, então? Uma corrida de cinco quilômetros, da minha casa até a Câmara Municipal, custaram “módicos” R$ 11. Quase dá para almoçar no Riverside’s...
 
Falando em táxis, o motorista me dizendo: “Pois é, converti meu carro para o Gás Natural Veicular (GNV) por R$ 3,5 mil, pagos em 12 meses. Só com o que economizei de gasolina já paguei as prestações e agora estou tendo lucro”. Ele disse que gasta uns R$ 15 para encher o tanque de GNV e gastava R$ 90 de gasolina. No entanto, tem uma pequena questão: os taxistas estão economizando com o GNV (boa parte da frota de Porto Alegre fez essa opção), mas a tarifa é reajustada conforme o aumento da gasolina. Tá certo isso?
 
Ah, o problema no meu carro era a bomba de gasolina. Sorte que ele estava na garantia. Azar que não tem nem um ano de uso e já teve que ir à oficina.

maio 26, 2003
 
Já que foi inaugurada pelo Marcelo a série “Eu não acredito que isto esteja acontecendo”, aí vão as minhas contribuições:

Sábado, 16h — Fui jogar bola com meu tio (que tem + de 50 anos) e meu primo (que deve ter uns 16, 17 e é goleiro) no Clube Gondoleiros. Já tinha jogado com eles na semana anterior e foi bem tranqüilo: todos se conhecem, ninguém faz falta violenta, qualidade razoável para baixo. Começou o jogo e aí pelos cinco minutos meu pai apareceu para dar uma olhada na família se divertindo. Pois uns dois lances depois um cara do meu time e um adversário começam uma pancadaria no meio do campo. O engraçado é que eles brigaram em silêncio, como num filme mudo. Resultado: o jogo acabou ali mesmo, com uns 5 caras indo embora e meu tio dizendo: “Em três anos nunca aconteceu algo parecido”. Vai acreditar....

Domingo, 19h — Fui sozinho a Venâncio Aires assistir mais um jogo do Gauchão 2003: Guarani x Santo Ângelo. Como a partida começava às 15h30 e eu cheguei uns 10 minutos atrasado, não vi o gol do Guarani, que foi o único da partida. Pelo menos meu irmão jogou quase todo o tempo. Conversamos um pouco e peguei a estrada de volta para casa ouvindo no rádio Santos x Inter. Quando estava a uns 2 quilômetros da BR-386 (Tabaí-Canoas), o Inter marcou 1 x 0. No auge da comemoração, liguei para o João, amigo que estava vendo o jogo com outros colorados. Subitamente, o carro começou a perder velocidade e foi parando. Consegui leva-lo para o acostamento, porém em situação perigosa. Por sorte, do outro lado da rodovia tinha um posto da Brigada Militar com apenas um oficial de plantão. Tentei ligar o carro por várias vezes, mas ele continuava apagando. Atravessei, pedi ajuda ao brigadiano e empurramos o carro até o outro lado. Liguei para o seguro (coincidência ou não, pela manhã peguei o cartão que a companhia havia me enviado durante a semana, para o caso de emergências!!!) e depois de alguns minutos tentando explicar minha localização, ficou acordado que eu receberia um mecânico em 40 minutos. Eram 19h20. Liguei para a Lu e ela (por iniciativa própria, inteligência e preocupação) ficou monitorando meu caso junto à seguradora. A carga da bateria do celular (que estava carregada, mas o aparelho está com problema), começou a diminuir assustadoramente. Resolvi esperar fora do carro, pois achei que o socorro não demoraria. O Inter já tinha perdido o jogo e eu estava perdendo a paciência. A uns 50 metros do posto da Brigada tinha um pequeno restaurante, mas não quis ir até ali porque poderia perder a chegada do mecânico. Daqui a pouco, o brigadiano fechou o posto e disse que ia jantar. “Qualquer coisa, liga no celular que está anotado na janela”, falou. Mais um tempo e os últimos clientes do restaurante foram embora e as luzes rapidamente foram apagadas. Pronto. Era só o que faltava. E se chegasse alguém para me assaltar e levar o carro? Ele ou (eles) acreditariam que o veículo estava estragado? Nessas horas o cara só pensa no pior. Nesse meio tempo a Lu já tinha ligado e dito que o guincho (guincho? Eu não tinha pedido mecânico???) estava chegando de Montenegro e levaria mais uns 40 minutos. Só que passava das 20h30 e nada. Liguei para o brigadiano e perguntei se ele voltaria ao posto, como se isso garantisse minha tranqüilidade. “Daqui a pouquinho estarei aí”, falou. Esse pouquinho durou mais de meia hora. Aceitei o convite para ficar dentro do posto da Brigada. Passavam das 21h e nada. Liguei para a Lu e ela retornou dizendo que o guincho chegaria em 15 minutos. Mais 30 se passaram e liguei para o seguro. O guincho estava a uns 4 quilômetros de distância. Finalmente ele chegou. Eram 21h40. Estava acompanhado da mulher e do neto. Nos 70 quilômetros que me separavam de casa quase congelei na cabine do guincho. “Eu faço isso há uns 18 anos”, disse o motorista. “E dorme quando?”, questionei. “Quando dá”, respondeu secamente. Algumas conversas depois sobre acidentes na estrada, pedaços de veículos, carros retirados de barrancos, chegamos a uma concessionária onde deixei o carro. A Lu e o pai dela me esperavam para mais uma carona. Cheguei em casa às 23h40, sabendo que foi só um susto e poderia ter sido pior. Moral da história: nunca leve sua noiva/namorada/esposa numa “indiada” dessas e sempre tenha seu cartão da seguradora e um carregador de celular no carro.

maio 23, 2003
 
Problema: Aparelho de celular, com 2 anos e meio de uso, com teclas falhando e que demora um tempão para ligar.
Opção 1: Manter a operadora e trocar o aparelho;
Opção 2: Trocar de operadora e de aparelho;
Opção 3: Colocar o celular no microondas e ver o que acontece;
Opção 4: Deixar tudo assim mesmo e continuar me estressando...
Aguarde o novo capítulo.

maio 20, 2003
 
Tinha uns vales da Livraria Saraiva. Fui lá e comprei só anos 80: O Passo do Lui, do Paralamas do Sucesso; Synchronicity, do The Police, e Concert, do The Cure(que eu tinha copiado mas o CD estragou). O cartão de crédito ficou querendo sair da carteira para comprar The Upflit Mofo Party Plan, um dos melhores CDs do Red Hot Chili Peppers, relançado neste ano com duas músicas-bônus, e Ghost In The Machine, também do Police.
 
A partir do início de junho serão lançados os novos CDs de Radiohead, Mettalica, Annie Lennox, Sugar Ray, John Cougar Mellecamp, Led Zeppelin, Marilyn Manson, Jewel e David Grahan (vocalista do Depeche Mode).

maio 19, 2003
 
Hoje é aniversário da minha querida mãe, Maria Helena Bandeira, que chega lépida e faceira aos 61 anos! E também é aniversário do meu irmão boleiro Rodrigo, que completa 30 anos de futebol!
 
Tirei uma semana de férias da Câmara...mas passou muito rápido. Acabei não aproveitando muito bem o tempo livre. Curioso foi ter encontrado, em dois dias, o Nei Lisboa circulando em Porto Alegre. Será que ele estava de férias também?

maio 14, 2003
 
Seguindo a "Semana Bandeira", ontem foi o aniversário do meu avô, Luis Bandeira, que completou 83 anos (50 anos e um dia a mais que eu). Tá meio curvado, andando com dificuldade, meio esquecido, mas continua uma figura, com a voz e a mão forte. Tirei umas fotos para marcar a data. Desta vez não vou esperar pelo próximo aniversário para encontrá-lo.
 
Pois é...completei 33 anos segunda-feira, dia 12 de maio. Agradeço a meus pais e irmãos pelo farto almoço e pelos presentes, à querida Lu pelo carinho, parceria e pelos bons momentos; aos amigos Marcelo e Adriano "Polenta" pelo chopp com fritas no Box 32 e quero registrar a lembrança dos seguintes amigos: Cristiano, Adriano e toda a família Ledur, Clarissa (futura esposa do Cristiano), da amiga Andriza, dos jornalistas Carlos, Possas, Josi, Mauro (colegas da Câmara), Caren e Leonardo (Zero Hora).

maio 08, 2003
 
Ando nada inspirado...Não sei se mais do que meia dúzia de pessoas lê normalmente meu blog....Se alguém o acessou há alguns dias deve estar um pouco decepcionado. Talvez a proximidade do aniversário tenha me deixado um pouco reservado. Aliás, daqui a pouco começa a “Semana Bandeira”: em sete dias são cinco aniversários. Tem o meu, do avô, da irmã, do irmão e da mãe, o Dia das Mães rondando. Normalmente era uma festança, mas, dessa vez, não estou a fim de muitas comemorações... apenas uma celebração pequena, em família. Pelo menos não vou trabalhar no dia. Ficar de bobeira, esperando a nova idade incorporar...
 
Já repararam a propaganda de um aparelho de barbear da Gillette, estampada nos outdoors da Cidade? É uma promoção sobre o filme X-Men 2. Só que o cara no cartaz é o Wolverine, barbudo por excelência. Não seria melhor colocar o Professor Xavier (careca e sem barba)???
 
Confissões de Uma Mente Perigosa é a estréia do ator George Clooney na direção. Tem lá uns ângulos diferentes de câmera, algumas cenas legais, mas é um filme mezzo complicado. O livro deve ser bem melhor.
 
Esqueci de falar do aniversário do Adriano Ledur (Dico) no último sábado. Fomos no Café Concerto Majestic, da Casa de Cultura Mário Quintana. O Igor e a namorada também estavam lá. Uma boa banda de jazz, vinho tinto, mesa de frios. Tava bom.

maio 02, 2003
 
Muito engraçado esse causo futebolístico:

O narrador estava comandando a cobertura de um jogo de futebol pela rádio Real e, de cara, chamou o repórter pra dar uma ambiental do campo.
O repórter foi seco e objetivo:
- A iluminação do estádio está horrível.
Segue o jogo e lá pelas tantas, num lance polêmico, o narrador resolve apelar para o depoimento do repórter.
Distraído, o repórter se desculpa:
- Olha, não vi nada.
O locutor emenda:
- Isso só vem reforçar a informação que demos em primeira mão sobre as péssimas condições de iluminação do gramado.
 
Parabéns para minha tia Carmen, que completou 53 anos no dia 30 de abril. Lá pelos meus 16, 17 anos ela me deu uma baita força em alguns problemas. Quando eu e a Lu noivamos ela nos deu um cartão com uma bela mensagem.
 
O Vinícius é um cara que trabalhava no setor de Informática do Correio do Povo. Gente fina, bom jogador de futebol. Pois ele tava na Internet, procurando palmilhas de gel para a namorada, quando acabou entrando no blog da Lu. Daí achou o meu blog e mandou notícias. Isso que na semana anterior eu tinha encontrado com ele na quadra em frente ao Beira-Rio. Que viagem...

 

 
   
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