Não faça besteira, leia o Bandeira!

 
Não faça besteira, leia o Bandeira!
 

 
Cotidiano, cinema, música, anotações virtuais. Talvez não nessa ordem. Ou, quem sabe, nada disso.

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Elio Bandeira/Male/31-35. Lives in Brazil/Rio Grande do Sul/Porto Alegre/Mont'serrat, speaks Portuguese and English.
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Brazil, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Mont'serrat, Portuguese, English, Elio Bandeira, Male, 31-35.

 
 
junho 30, 2003
 
Há muito tempo eu queria passar um final de semana na Serra. Não sei porque adiei por anos essa idéia. Ultimamente tinha visitado Gramado, Canela e Nova Petrópolis fora da temporada, sem o charme do inverno, dos restaurantes, dos vinhos. Pois nesse final de semana deu tudo como o esperado. Um grande final de semana. A Lu também adorou (leia no blog dela). No final de julho retornaremos. Vai ser melhor ainda.

junho 25, 2003
 
Finalmente eu terminei a leitura de Dias de Luta, livro sobre a trajetória do rock nacional nos anos 80. Acho que o escritor saiu-se bem, conseguindo fazer um panorama bem fiel daquela época. No final do livro, ele salienta o fato de que muitas bandas voltaram ao sucesso com discos produzidos pela MTV, como os de formato "acústico" ou "ao vivo". Daí eu me dei conta que, das bandas mais novas do cenário musical brasileiro, só tenho CDs do Skank, Cidade Negra (ainda que a coletânea e o acústico) e do Jota Quest (que ganhei). Dos remanescentes dos anos 80, apenas o Paralamas do Sucesso faz com que eu vá até uma loja para comprar o CD. Lá por 85, 86, eu corria até a Pop Som (na Galeria Chaves, centro de Porto Alegre) para comprar os novos discos em vinil do próprio Paralamas, Titãs e Legião Urbana. Não vejo essa mesma "voracidade" pelo rock brasileiro hoje em dia, apesar de que, aqui em Porto Alegre, as bandas gaúchas são muito valorizadas pelos adolescentes. As bandas dos anos 80 foram tão importantes que ainda hoje fazem sucesso, mantém programas específicos nas rádios, festas em clubes? Acho que sim.

junho 18, 2003
 
Estou de luto hoje. Meu avô paterno, Luiz Ângelo Bandeira, faleceu nesta madrugada, aos 83 anos. Há quinze dias ele começou a apresentar problemas nos rins e não conseguiu internação em nenhum hospital. Nos últimos dez dias, nem saía mais da cama, não falava, quase não comia. Os parentes disseram que ele teve uma morte tranqüila. A lembrança mais recente foi quando o visitei há pouco mais de um mês, por ocasião do seu aniversário. Escrevi aqui que ele estava mais curvado, caminhando com dificuldade, mas com a mão forte. Levei de presente uma manta de lã, que quase nem usou. Naquele dia aproveitei e tirei umas fotos suas e, por acaso, foram as últimas. Agora elas são minha melhor recordação.
 
Participar do enterro de um familiar é algo pelo qual ainda não havia passado. Meus avós maternos morreram quando eu ainda não tinha sete anos e, nessa época, a gente nem tem noção do que está acontecendo. Mesmo que eu tenha visitado meu avô poucas vezes nos últimos anos, foi muito triste. Por mais que a gente esteja preparado para o pior, quando ocorrem essas fatalidades, não se sabe o que vai passar pela cabeça. Meu pai e meu tio estavam bem conformados. Meu avô teve um enterro muito simples, como estava sendo sua vida até agora. Agradeço por tudo o que pude aprender na nossa convivência.

junho 16, 2003
 
Depois que terminou o Gre-Nal é que notei que estava perto da embriaguez. Ainda tinha que reunir forças para visitar a Lu, que, obviamente, notou a alteração no meu estado. Um churrasquinho providencial foi a salvação da lavoura. Dormi muito bem.
 
A primeira hora de Matrix Reloaded chega a ser decepcionante. A partir do encontro de Neo (Keanu Reeves) com o Oráculo, o filme transforma-se em algo superior ao original em alguns momentos. A perseguição em uma freeway é a melhor desde O Exterminador do Futuro 2. A parte final é meio confusa, mas o teaser de Matrix Revolutions deixa a gente querendo que novembro chegue mais cedo.
 
Ganhei dois presentes bem legais no Dia dos Namorados: um DVD com os clipes do Dave Mathews Band e outro com o documentário sobre o festival de Woodstock.

junho 09, 2003
 
Numa segunda-feira como hoje, nublada e um tanto fria, nada melhor do que almoçar uma canja de galinha. A da Feira da Fruta do Shopping Praia de Belas é bem feitinha e deliciosa. Aproveite!
 
Pocket Full Of Kryptonite é um CD do Spin Doctors. Levanta o astral de qualquer um e é ideal pela manhã, especialmente no trajeto casa-trabalho.
 
A revista VIP deste mês traz uma matéria que mostra os prazeres dos molhos prontos. Particularmente, gosto de usá-los quando eu a Lu preparamos uma janta. No sábado, o Adriano "Polenta" e a Alessandra nos ofereceram uma massa com vários acompanhamentos, que teriam sido feitos com molhos prontos. Isso não tira o mérito do(s) cozinheiro(s). Só sei que tava muito bom, assim como o vinho, a lareira e o quindim de sobremesa...
 
O Marcelo explicou bem, no blog dele (o link tá ali do lado - Skelter) sobre a vitória do nosso time no sábado à tarde. Realmente temos um time com qualidade e que pode encarar outros adversários. O mais legal é que a convivência em mais de um ano e meio de futebol às quartas-feiras deu resultado.

junho 06, 2003
 
Um vereador entrou hoje na Assessoria de Imprensa da Câmara reclamando: “Cadê a matéria do meu discurso? Por isso é que eu não saio nos jornais”.
Perguntei: “Vereador, em qual período da sessão o senhor falou? Qual era o assunto?”
Resposta: “Eu falei em tempo de liderança de bancada, criticando a Prefeitura e um deputado que visitava a Câmara. Olha só, não aparece aqui no e-mail que vocês mandam para as redações”.
Depois de uma rápida olhada nas matérias produzidas, argumentei:
“Vereador, está aqui sua matéria. Foi no período de Comunicações, que são enviadas num e-mail separado. O seu gabinete recebeu cópia, está aqui".
E ele: “Ah, bom, desculpa, então”.
Conclusão: É muito difícil lidar com políticos...

 
Cada vez que eu vou jogar futebol com outras pessoas mais eu sinto falta do jogo da quarta-feira com meus amigos. Ontem foi mais um exemplo. Um jogo com uns caras ruins de doer, uma gritaria ruim de agüentar. O pior é meu pai tava olhando e acabou perdendo tempo. Se não for pela diversão, não vale a pena jogar.
 
Nesta semana entrei na redação do jornal Zero Hora. Fazia muito tempo que não ia lá e tu volta a sentir o gostinho de fazer um jornal. Sentia isso quando trabalhava no Correio do Povo. Tem seus defeitos, mas tem muita coisa legal também. Quem sabe, um dia, eu não faça parte disso novamente?


junho 04, 2003
 
Aqui você conhece a capa do novo CD do Metallica, St. Anger.
Aqui dá para ver a capa do CD Let's Go, do Rancid, de 1994. Muito parecidas, não acham? Aliás, a música de "trabalho" do Metallica é muito ruim.
 
Vasculhando o acervo da Siciliano do Shopping Moinhos, achei uma coletânea da banda Siouxsie and The Banshees, com a clássica Cities in Dust. Não resisti: tava muito barato.
 
Quando me sinto assim
Volto a ter quinze anos
Começando tudo de novo
Vou me apanhar sorrindo

Seu amor hoje
Me alimentará amanhã
Eis o homem
Que se apanha chorando

Vivendo e não aprendendo
Eis o homem, este sou eu
Que se diz seguro
Que se diz maduro

Seu amor hoje
Me alimentará amanhã
Eis o homem
Que se apanha chorando


Legal, né? É da música Quinze Anos, do disco Vivendo e Não Aprendendo, do Ira!, de 1986. Quando a escutei pela primeira vez, tinha pouco mais de quinze anos. Agora ela faz bastante sentido...

junho 02, 2003
 
Tem dias em que a Câmara Municipal torna-se o lugar mais chato do mundo. Hoje é um desses dias. Fiquei quase duas horas ouvindo discussões a respeito da votação ou não do projeto que cria o “Dia da Participação Popular” em Porto Alegre. O projeto nem foi votado. Duas horas que poderiam ser melhor aproveitadas.
 
Final de semana de grandes eventos: casamento do Kau e da Juliana (sábado) e nascimento da Giovanna, primeira filha do Emerson e da Mariana.
 
Nunca soube jogar futebol de campo. Sempre que tentava, parecia tonto no meio do gramado. Sábado fui jogar com o meu tio no famoso campo do Força e Luz. O meu time, nem conhecia. O adversário era o Rangers, cheio de veteranos por volta dos 50. Comecei jogando de lateral-direito, mas em uma jogada fui para a área tentar o gol. E não é que deu certo? Um cruzamento da direita, uma bola caindo no pé certo, da maneira certa. Golaço, todos disseram. Meu pai estava do outro lado do campo e não me deixa mentir. Não fiz mais nada de útil para o meu time até o final do jogo. Nem precisava: já tinha feito por mim.

 

 
   
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