Não faça besteira, leia o Bandeira!

 
Não faça besteira, leia o Bandeira!
 

 
Cotidiano, cinema, música, anotações virtuais. Talvez não nessa ordem. Ou, quem sabe, nada disso.

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Elio Bandeira/Male/31-35. Lives in Brazil/Rio Grande do Sul/Porto Alegre/Mont'serrat, speaks Portuguese and English.
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Brazil, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Mont'serrat, Portuguese, English, Elio Bandeira, Male, 31-35.

 
 
novembro 25, 2003
 
O show do Eagle-Eye Cherry foi melhor do que o esperado. Ele é bem carismático e a banda que o acompanha, muito competente. Um pouco antes das 21h (horário do show), tinha uma baita fila que saía do Araújo Vianna e ia quase até o Instituto de Educação. Ainda bem que encontramos a Juliana Ledur e o Jean no meio do caminho. Lá dentro, não lotou, mas quando o som ta bem equalizado, o Araújo é um bom lugar para espetáculos. No intervalo entre o primeiro e o segundo bis, um cara falou: "Ele não tocou uma música que fez para um filme mexicano". Nem precisava, pois já tinha tocado as melhores.
 
O engraçado é que, na saída dos dois shows da semana passada, encontramos um colunista que minha irmã adora. Na quinta-feira, ele nos perguntou: "Vocês estão em todas, hein?". Qual teria sido a melhor resposta? A que disse: "Sim, estamos aproveitando uma ótima semana" ou "É, a gente procura ir nos shows que a gente gosta e não vai só porque ganhou o ingresso de graça"? Aqui não tem espaço para comentários, mas acho que muitos escolheriam a segunda opção.

novembro 19, 2003
 
Bring on the dancing horses
Headless and all alone
Shiver and say the words
Of every lie you've heard
First I'm gonna make it
Then I'm gonna break it
Till it falls apart
Hating all the faking
And shaking while I'm breaking
Your brittle heart


E lá fomos nós para outro show do Echo & The Bunnymen em Porto Alegre. Desta vez, ficamos de frente para a banda, bem sentados, mas não significou menos empolgação. Foram mais hits do que na apresentação anterior e a banda (parece que) mudou alguns de seus integrantes. Sei lá, não faz diferença. O vocalista tava só tomando caipirinha no palco e interagiu menos com a platéia dessa vez. No entanto, viajou mais nas músicas, incluindo The Doors numa e Lou Reed (Walking On The Wild Side) em outra (Nothing Last Forever). Muita gente acima dos 30 e muita gente com camisetas das bandas da época.

Seven seas
Swimming them so well
Glad to see
My face among them
Kissing the tortoise shell


Seven Seas é uma das músicas que mais gosto. O guitarrista (o outro remanescente) é muito bom mesmo, abusando dos efeitos. Gostei que eles tocaram The Game, que, se não me engano, faltou no repertório de 1999. Uma parte diz assim:

The earth is a world
The world is a ball
A ball in a game
with no rules at all
And just as I wonder
at the beauty of it all
you go and drop it
and it breaks and falls

I'll never understand
why you thought I would
need to be reassured
and be understood
When I always knew
that your bad's my good
and I was ready
ready...to be loved


Valeu, ô se valeu! Mesmo com uma hora de atraso e com um cara completamente enlouquecido do meu lado. Encontrei um ex-colega de faculdade que tirou um monte de fotos e ficou de mandar por e-mail. Eles acabaram o show com Ocean Rain (como em quase todos os shows), mas desta vez deixaram Lips Like Sugar para o final (da outra vez, iniciaram o show com ela).

You'll flow down her river
She'll ask you and you'll give her
Lips like sugar
Sugar kisses
Lips like sugar
sugar kisses

novembro 17, 2003
 
Festival "cinema dos anos 80" lá em casa no final de semana: Arizona Nunca Mais e O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas.
 
No "apagar das luzes" fomos à Feira do Livro: eu, a Lu, a Ana Paula (minha irmã) e o Emerson (publicitário e videomaker). Tava chovendo, algumas poças se formaram (de procedência duvidosa) e aquele pessoal todo se acotovelando nas bancas. Resolvi comprar o livro do Armando Nogueira, A Ginga e o Jogo, uma coletânea de crônicas sobre futebol. Mas, quem diz que eu achei na Feira? Tinha gente que nem conhecia o livro (que foi lançado há pouco). Acabei ficando (como já tinha escrito aqui antes) com o Rota 66 e o Pela Bandeira do Paraíso (esse saiu com um desconto de 50%).
 
Aqui no meu trabalho tem um restaurante, onde a maioria dos funcionários almoça, especialmente pelo preço baixo. Quando entrei aqui, o dono (vamos chamá-lo de X) era bastante criticado pela qualidade do que era servido. Em 2001, ele saiu e entrou outro dono, o Y. Pois este último ainda foi mais criticado pelo primeiro e teve quem deixasse de almoçar aqui por causa disso. Agora, venceu a licitação do Y e adivinhem quem vai retornar? Justamente o (outrora criticado) X. Tem gente que não aprende, né?

novembro 12, 2003
 
Cheguei em casa de madrugada, após a noite futebolística, e encontrei Gênio Indomável passando na televisão. Não adiantou o cansaço...vi o filme até o final. Certamente, é um daqueles para ter em casa e rever várias vezes.

novembro 11, 2003
 
Fazia muito tempo que eu não entrava no blog. Não estava encontrando a chave...tive que procurar nas gavetas, atrás dos móveis, dentro das pastas, no carro... Mas como tá cheio de poeira isso aqui!!!
 
A Feira do Livro começou, tá se aproximando do final e eu ainda nem passei por lá. Sempre aquele tumulto e a gente não consegue nem escolher um livro direito. Das últimas vezes, sempre cheguei nas bancas com o discurso pronto, comprava o que queria e tchau! Queria os três livros do Elio (que nome, hein?) Gaspari sobre a ditadura, mas suspeito que na Saraiva do Praia de Belas está bem mais barato (pelo menos, mais em conta do que a Livraria Cultura). Também quero o Rota 66, do Caco Barcellos, que li há um tempão e foi relançado. Me interessou ainda o novo livro do Jon Krakauer (autor de No Ar Rarefeito: Uma Tragédia no Everest - excelente), Pela Bandeira do Paraíso, que fala sobre o fanatismo religioso norte-americano. Vou ter que enfrentar a multidão até domingo...
 
Semana que vem tem show do Echo & The Bunnymen. Até hoje me arrependo amargamente de não ter ido na histórica apresentação no Gigantinho, em maio de 1987. Tava frio pra caramba e acabei desistindo. Pelo menos teria visto a formação original e clássica da banda. Uns meses depois, comprei a fita cassete com o show, que era vendida numa loja na Galeria Champs Elissès (acho que assim que se escreve), na 24 de Outubro. Mas em setembro de 1999 eles vieram ao Opinião e a Lu conseguiu umas entradas de graça. O vocalista (Ian McCulloch) e o guitarrista (Will Sergeant) eram os únicos remanescentes, mas quando eles tocaram Bring on The Dancing Horses, foi como se eu estivesse nos anos 80. Naquele show também teve o famoso beijo do Jimi Joe no Ian, quando cantava Lips Like Sugar, numa cena engraçadíssima.
 
Um jornalista amigo meu - Marcelo Monteiro (ex-ZH e ex-revista do Zaffari) - criou, com outros amigos, um site sobre futebol. Nele, alguns colunistas despejam suas teorias e os internautas podem dar sua contribuição. Ele me convidou para fazer parte do time. Minha primeira coluna já está no ar. Clica aqui e vai em "camarote". Críticas e elogios podem ser encaminhados para o meu e-mail.

 

 
   
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